terça-feira, 1 de junho de 2010

Há tanto para escrever, tanto para pensar e sentir. Há o acúmulo de sensações e a falta de momentos. Há o acúmulo de momentos e as lembranças de sensações, mas elas são fracas. A nostalgia é leve, não pesa, flutua.
Há quem diga ser gigante e conquistar o céu, há quem queira ser pequeno e viver de grãos. Há quem queira subir e descer no pé de feijão.
Existem os amores que rimam com dores mas, ao tentar a poesia, se esquecem dos "entrepores". Existem os extremistas e aqueles que não vivem o suficiente mas no final das contas, viver não é o bastante.
Existe o sexo, as pessoas e o meio termo. Existe a diversidade e a busca por consolo. E no meio termo de sexo entre pressoas que buscam consolo, existem as cores - sejam elas do arco-íris ou vindas do reflexo da luz do sol.
Existem o bem querer e a canção mal-me-quer. Existem o bem e o mal travando uma luta eterna para, no fim, serem (juntos) parte de um ser, humano ou não.
Há quem escreva, quem cante, quem pinte. Há quem tente demonstrar através de sua artes um pouco de si quando o coração grita para ser escutado. E há quem não deixe que ele se expresse e durma para esquecer.

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